Planeta Mutante ou análise comparativa do ser mutante da cultura pop à genética clínica
DOI:
https://doi.org/10.55838/1980-3540.ge.2020.335Palavras-chave:
mutação, cultura popular, genética médica, comunicação e divulgação científicaResumo
Mutação é um termo amplamente utilizado pela genética para designar tanto alterações no material genético quanto nos processos que lhe deram origem. Todavia, a ideia de “seres mutantes” vem sendo amplamente explorada na cultura em geral, tornando-se quase um elemento da cultura pop. Exemplos do uso não-técnico incluem a banda “Os Mutantes” e demais artistas assim adjetivados; o livro “I Ching”; filmes como “Estranhas Mutações” e “Freaks”; o universo “X-Men” e seus desdobramentos pós-humanísticos, além dos princípios de biologia evolutiva. Curiosamente, na genética clínica, ou seja, no ramo da medicina que estuda as alterações clínicas relacionadas à herança, é desaconselhado usar o termo mutante para referir-se aos seres humanos. Este estudo propõe-se a elaborar um panorama comparativo sobre o conceito polissêmico de mutação, focando nas implicações para os portadores de tal fenômeno – todos nós.
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