Desconstruindo o racismo sob o olhar da genética
DOI:
https://doi.org/10.55838/1980-3540.ge.2021.358Palavras-chave:
genética, racismo, ensino fundamental, ciências, Anne Frank, interdisciplinaridadeResumo
Na área da Biologia, a genética ainda é considerada de difícil compreensão para os alunos. Entretanto, quando ensinada de forma aplicada, tem um importante papel na formação discente, pois ajuda na melhor compreensão de questões científicas, tecnológicas e culturais. O presente trabalho foi motivado pela ocorrência da exposição “Aprendendo com Anne Frank”, na Escola Municipal Marlene Pereira Rancante, localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais (BH, MG). A exposição, clímax de um grande projeto de leitura, desenvolvido na instituição, chamado LiterAFRO, teve como principal objetivo desconstruir o racismo e valorizar as diferentes culturas presentes na escola. Anne Frank foi uma adolescente alemã, judia, vitimada pelo Holocausto, episódio histórico responsável pela morte de milhões de pessoas, durante a Segunda Guerra Mundial. Durante tal período, e utilizando-se de conhecimentos das Ciências Biológicas foram elaboradas teorias raciais que, a partir do século XIX, justificaram a discriminação, a exploração e demais atrocidades cometidas contra grupos étnico-raciais. Para alcançar os objetivos, foram realizadas algumas atividades na disciplina de Ciências, com alunos de 7º ano do Ensino Fundamental (EF). Essas atividades buscaram demonstrar, com embasamento científico, que somos geneticamente mais iguais do que pensamos e que a genética pode ser facilmente compreendida.
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